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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

All bad things must come to an end

Já tinha falado de Breaking Bad aqui. Terminei o post a dizer que era, provavelmente, das melhores (senão a melhor) séries de todos os tempos. Hoje quero reformular. Acho que é mesmo a melhor série de sempre. Pelo menos, das séries completas que já vi, sem dúvida que leva o troféu.
Para além de vos querer aconselhar a ver (a sério, vejam e viciem-se como eu), vou só deixar umas notas finais:
- Tive a sensação de que Bryan Cranston (Walter White) e Aaron Paul (Jesse Pinkman) são de outro mundo e têm desempenhos para lá de brilhantes durante todas as temporadas, e quando eu digo todas eu quero dizer todas. Começam maravilhosos, mas terminam dois monstros. Ansiosa por ver outros trabalhos de cada um deles!
- Quero ser a melhor amiga do Jesse Pinkman, yo, e salvá-lo de todo o mal deste mundo. O pobre rapaz é um anjo e ninguém o deixa em paz. Merece sossego e felicidade. Sofri muito com ele ao longo da série toda. Ele não merecia aquilo, e mais não digo biatch!
- Tenho vários sentimentos relativamente ao Walter White. Não sei expressar mas nunca adorei e detestei uma personagem em simultâneo tantas vezes. No entanto admito que se torna num badass sem comparação no mundo das séries! No final... well, não vou ser spoiler mas aquele episódio final é monumental!
- É humanamente impossível não ficar com um tremendo crush no Jesse Pinkman/Aaron Paul. Não dá, a sério que não e não vale a pena tentar resistir.
- O Gus Fring é o dealer mais peculiar de sempre, nada mais a acrescentar.
- Não consigo eleger uma cena como a melhor, porque são todas espectaculares. A sério, não estou a exagerar. São todas dignas de serem vistas e revistas 1837929 vezes! Eu vou só referir esta, porque é é quando o Jesse Pinkman nos dá a honra de o ver em todo o seu esplendor num monólogo que provavelmente só encontra competição num dos (muitos) monólogos de Walter White/ Heisenberg (como quiserem).
- O voicemail do Jesse Pinkman, que podem ouvir aqui, e que eu estou a pensar seriamente em adoptar aqui para casa. Ia ser engraçado... não?
Pronto, acho que é tudo para já. Se chegaram aqui e ainda não viram a série sigam o conselho desta vossa amiga que não vos engana: larguem tudo e dediquem-se a ver Breaking Bad, deixo desde já o aviso de que contém propriedades aditivas. Os que já viram certamente que me compreendem e querem ver outra vez! 

sábado, 16 de janeiro de 2016

As minhas séries | Breaking Bad

(Não consegui anexar um trailer, portanto fica um excerto do episódio 5 da 1ª temporada)

Tinha dito por cá que, para além de Blindspot tinha começado a ver outra série. Como já perceberam é Breaking Bad. Toda a gente já deve ter ouvido falar desta série. Já ganhou muitos prémios, inclusive dois Oscars e até entrou para o Livro Guiness dos Records como sendo a série melhor avaliada pela crítica. Eu já tinha visto o primeiro episódio, mas lembro-me que na altura não consegui acompanhar o resto e só agora estou finalmente a ver a série.
Como é óbvio, as expectativas estavam altas. Uma série tão premiada tinha de ser brutal e convencer-me totalmente. Convenceu-me. Ainda mais do que estava à espera. Tudo na série resulta. Tenho a certeza de que, por detrás disto, está uma fórmula química perfeita.
Walter White (Bryan Cranston) é um professor de Química do ensino secundário que é diagnosticado com cancro nos pulmões. Walter tem um filho com paralisia cerebral, Walter White Jr. (RJ Mitte), e a sua mulher, Skyler White (Anna Gunn) está grávida de uma menina. A situação financeira da família White não é a melhor e a situação agrava-se pois o seguro não cobra as despesas do tratamento. Jesse Pinkman (Aaron Paul) é traficante de metanfetaminas e foi aluno de Walter no secundário, e falhou à disciplina, como é fácil de perceber.
Uma parceria entre Walter e Jesse é quase impensável, mas acontece. Walter tem a inteligência para produzir a melhor metanfetamina que pode ser posta à venda na rua e Jesse tem inteligência e conhecimentos na rua, em como vender.
Os desempenhos são brilhantes e não conseguimos nem sequer imaginar outras personagens naqueles papéis, o script é fantástico, as personagens estão muito bem construídas e acabamos os episódios com uma vontade demoníaca de ver o resto. Infelizmente as temporadas são pequenas (cerca de 13 episódios por cada) e não sei se vamos ter direito a uma sexta temporada. Eu comecei à pouco a segunda temporada e acho que já sinto saudades da série. Sem dúvida que é uma das melhores, senão a melhor, séries de todos os tempos!