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segunda-feira, 11 de agosto de 2014

A minha bebé!

No sábado passado falei aqui da minha vontade de ter uma máquina fotográfica instantânea, e do meu amor pela Polaroid. Depois de pensar sobre isso, lembrei-me que o meu tio tinha uma quando eu era pequena. Não sabia o que tinha feito dela. Hoje, enquanto estávamos em família falámos, por puro acaso, em máquinas fotográficas e lembrei-me de perguntar. Ele disse-me que ainda a tinha mas já não a usava em anos e disse-me que podia ir buscá-la. E qual não é a minha surpresa quando vejo a caixa da Polaroid. Polaroid 636 Close Up. É minha. Infelizmente o meu tio não tem filme/cartuchos para a máquina por isso não pude ainda tirar fotografia nenhuma. Já estive a fazer umas pesquisas online e descobri algumas lojas onde posso adquirir o filme. A mais próxima é no Porto. Vou tentar comprar pela internet, talvez tente pelo eBay. E amanhã vou ligar para os fotógrafos daqui da zona, na esperança de arranjar logo filme porque estou para lá de ansiosa para tirar a minha primeira fotografia instantânea.
Caso tenham conselhos para uma melhor utilização da máquina ou caso saibam locais onde eu possa adquirir cartuchos/filme Polaroid 600 eu agradeço muito que deixem nos comentários. Dá para ver que estou muito entusiasmada?
Depois deixo-vos aqui fotos reais da máquina fotográfica que não é nova (desde os meus três anos, pelo menos, o meu tio é dono desta preciosidade), mas está em bom estado e para mim parece-me óptima. As seguintes fotos são retiradas do google:




sábado, 9 de agosto de 2014

Intocável

Não sei se já perceberam que tenho um gosto particular por fotografia. Volta e meia vou dando a conhecer algum projecto fotográfico. Gosto de fotografar, capturar um momento único. Ultimamente há uma moda incontornável: as selfies. Contra as quais eu não tenho nada contra, mas não são as selfies o propósito deste post.
Sou proprietária de uma Fujifilm FinePix S2950 à já alguns anos e não a acho nada de especial. Muitas das minhas fotografias são capturadas com o meu telemóvel, um Nokia Lumia 900. Não tenho nenhum curso ou workshop de fotografia mas é uma das coisas que quero fazer brevemente.
A fotografia não é uma paixão incondicional, não levo a minha máquina fotográfica para todo o lado e não tiro tantas fotografias como queria. Não invisto muito, também é verdade. Mas é uma coisa de que gosto, que me agrada e que me interessa bastante.
Recentemente, através de vários blogs, tive conhecimento de uma máquina analógica lançada pela Fujifilm. É a Instax Mini 8. É uma instantânea queridinha, pequenina. Daquelas que dá para andar sempre na mala. Mas o formato e tamanho da fotografia não me agradou. Então decidi ir fazer pesquisa ao site da Fujifilm e descobri a Instax 210. É maior e o formato da fotografia é mais ao meu gosto. O preço é bastante acessível: 69€ na Worten.
Não é exactamente aquilo que eu quero. Eu adorava ter uma Polaroid, mas são mais caras, assim como as cargas têm um preço mais elevado. E para aquilo que eu sei, e vou ser sincera, não é muito, a Fujifilm enche-me as medidas.
Vou tirar um curso de fotografia e comprar uma destas. Assim espero!

A Fujifilm Instax 210

A bebé: Polaroid Sun 600!
Num tempo em que a fotografia é toda ela digitalizada, em que se apaga e se volta a fotografar, em que podemos alterar tudo, em que podemos até perder a essência da fotografia, ter uma máquina destas dá outro toque: o que é, é. Sem filtros, sem alterações. É aquilo, seja como for. Seja bom ou mau. É o momento. Inalterável. Intocável.