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terça-feira, 23 de dezembro de 2014

As minhas séries | How to Get Away With Murder

Estava a acompanhar 5 séries, das quais vos falei aqui e achava eu que não ia começar a ver outra nos próximos 500 anos para poder acompanhar essas. O problema é que todas elas se encontram de férias. E isso é uma chatice, por isso tive de me agarrar a outra e alargar este número para seis.
A escolhida?

How to Get Away With Murder (Como Defender um Assassino)
Nome original: How to Get Away With Murder
Nome em Portugal: Como Defender um Assassino
País: EUA
Em exibição: 2014 - presente
Temporadas: 1 (a 1ª temporada será retomada a 29 de Janeiro de 2015)
Género: Crime, drama, mistério
Foram dois os motivos que me fizeram escolher esta série: é produzida por Shonda Rhimes (que é produtora de uma das minhas séries favoritas: Scandal e da afamada (que ainda não vi) Grey's Anatomy) e A protagonista é a sempre impecável Viola Davis, por quem nutro uma grande admiração e que está para lá de maravilhosa a interpretar a brilhante Annalise Keating. Esta combinação nunca poderia dar mal.
Acho que não é, de todo, uma série fácil de seguir e que pode até ser ligeiramente confusa para quem não estiver com atenção. Ao longo de cada episódio, vamos sendo confrontados com flashbacks. A série é muito centrada numa cena - os Keating Five (os alunos que Annalise escolhe para trabalhar consigo e que se caracterizam pela sua competitividade e genialidade - Wes Gibbins, Connor Walsh, Michaela Pratt, Asher Millstone e Laurel Castillo) a decidir o que fazer com um cadáver.
A série mais imprevisível, irreverente e sexy que já vi. Extremamente viciante. Uma série que ganha por não dar uma importância excessiva a casos amorosos (pelo menos não da mesma forma que em Scandal, parece-me que HTGAWM é uma série muito mais sobre relações (de todo o tipo) do que sobre casais).

Esta série também está interrompida e só volta no final de Janeiro. Só me falta um episódio para ver todos aqueles que foram já lançados. Por isso acho que antes do final do ano ou no início do próximo vou aumentar para 7 aquelas que são as minhas séries. Agora preciso da vossa ajuda, opto por Orange is The New Black ou reato Lost (creio que fiquei a meio da 2ª temporada)? E, por favor, não me deixem iniciar 2015 com esta dúvida existencial, está bom?

And by the way...

Bones: a temporada 10 regressa a 27 de Março de 2015 (o último episódio antes do hiato foi o 200º episódio da série e foi um episódio muito diferente e especial que nos transporta até aos anos 50 em Hollywood, é uma homenagem a Alfred Hitchcock; foi dirigido pelo actor principal, David Boreanaz - é um episódio interessante, mesmo para quem não acompanha a série).

Suits: andei este tempo todo triste porque achava que só voltava a ser transmitida em Março, mas ao que parece a 4ª temporada volta já a 29 de Janeiro e eu já não posso esperar!

Scandal: voltamos a ter escândalo, do bom e com classe, a partir do dia 30 de Janeiro!

The Walking Dead: os mortos-vivos mais famosos do mundo voltam a 9 de Fevereiro, mesmo a tempo de me dar ideias do que me mascarar no Carnaval!

The Last Ship: acho que a 2ª temporada desta série vai ser completamente diferente da 1ª e isso deixa-me extremamente ansiosa. Ao que parece, vou ter de esperar pelo próximo verão para saber o que vai acontecer agora que, pelo menos, 80% da população morreu por causa de um vírus que parece ser implacável.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

As minhas séries do momento | Bones, Suits, Scandal, The Walking Dead, The Last Ship

Neste momento as séries que estou a acompanhar estão todas paradas. Por isso acho que vale a pena dar-vos a conhecer as que actualmente me mantêm colada ao ecrã e dar-vos a conhecer a minha opinião pessoal sobre as mesmas (deixo-vos também um vídeo sobre cada uma delas caso não se consigam decidir com as minhas palavras; nenhum dos vídeos é da minha autoria).
Como estou a acompanhar 5 séries, duvido que volte a falar-vos disto brevemente porque com as aulas e tudo o que tenho a fazer, vai sobrar pouco tempo para acompanhar as actuais e muito menos para começar a ver alguma nova. Portanto, ficam aqui as minhas críticas pessoais àquelas que considero ser as melhores séries do momento (que são aquelas que me mantêm entretida).

Bones (Ossos)

(Eu queria um trailer em condições mas como não encontrei deixo-vos a ver um bocadinho do que se vai passar na temporada 10, se gostam de surpresas não vejam (eu também não vi))
Nome original: Bones
Nome em Portugal: Ossos
País: EUA
Em exibição: 2005 - presente
Temporadas: 9 (10ª temporada: 25 de Setembro de 2014 (EUA))
Género: Comédia, romance, crime, drama, mistério
Penso que é a série que acompanho à mais tempo. Já tinha começado a ver quando passava por volta das 14h na RTP2 (à já muitos anos), depois deixei de acompanhar devido à mudança de horários (à relativamente pouco tempo penso que estava a ser transmitida às quintas-feiras à noite). À não muito tempo voltei a acompanhar e admito que estava com as expectativas não muito elevadas.
Bones retrata a vida da antropologista forense Temperance 'Bones' Brennan (Emily Deschanel) que tem alguma dificuldade em relacionar-se socialmente com outras pessoas. Muito bem sucedida profissionalmente, surge-lhe um novo desafio: ser parceira de Seeley Booth (David Boreanaz), agente especial do FBI, e os dois juntamente com a equipa de Brennan têm como missão descobrir a solução para assassinatos que são, aparentemente, casos sem solução.
Admito que a série se possa tornar ligeiramente repetitiva uma vez que já vai a caminho da 10ª temporada, mas vai inovando em termos de personagens e também de história. Não é a minha série favorita actualmente mas gosto muito porque não é só um policial, é uma série de comédia, de drama e mistura ainda um bocadinho de romantismo.
Não é aconselhável a pessoas muito sensíveis porque tem cenas muito nojentas e é altamente desaconselhável comer durante o visionamento. De resto, vejo-a como uma série quase ligeira. Não posso dizer que é ligeira porque muitas vezes trás assuntos muito sérios e importantes à ribalta e que merecem ser reflectidos e discutidos e já tive alguns episódios que me deixaram a pensar imenso em algumas coisas e muito emocional mas também digo que não há um episódio em que não dê algumas gargalhadas.

Suits (Defesa à medida)

Nome original: Suits
Nome em Portugal: Defesa à medida
País: EUA
Em exibição: 2011 - presente
Temporadas: 4 (a 4ª temporada será retomada, em principio, em Março de 2015)
Género: Drama, comédia
Suits é uma série que me agrada muito, por diversos motivos. A história que nos é narrada, é sobre dois advogados em Nova Iorque: Harvey Specter (Gabriel Macht) e Mike Scott (Patrick J. Adams). Harvey Specter é conhecido por ser um dos melhores advogados de NY enquanto que Mike Scott é o seu pupilo que apesar de ser para lá de inteligente, foi expulso da universidade e vai vivendo de ilegalidades: faz testes pelos outros a troco de dinheiro e vende droga. No entanto, e apesar de Havey estar ciente disso, contrata-o para trabalhar consigo como um licenciado em Harvard numa firma de advocacia de topo ao invés de contratar mais um engravatado qualquer, sem criatividade nenhuma e com metade das capacidades de Mike.
Para além das personagens principais há outras duas de que sou fã incondicional: Louis Litt ( maravilhosamente interpretado por Rick Hoffman) e a sensacional Donna Paulsen (Sarah Rafferty). São personagens com um envolvimento muito grande na história e que têm desempenhos que eu considero serem de um grande nível. 
O humor da série é um humor muito bem construído e inteligente, com diversas referências (a filmes, por exemplo). Há ainda outro factor, o envolvimento entre Mike e Harvey. É óptimo ver, ao longo da série, que a amizade que mantêm apesar de tudo, os faz evoluir imenso como pessoas. O brilhantismo de Mike é inegável, no entanto desconhece muita coisa do mundo da advocacia porque não tem experiência; ter Harvey como mentor dá-lhe um crescimento fantástico como advogado mas também como pessoa. Por sua vez, Harvey parece não ter coração em certos momentos, agindo como se tudo o que é verdadeiramente importante fosse ele próprio; nesse aspecto é Mike quem tem um enorme impacto tornando-o mais humano (Donna também tem uma grande influência neste aspecto).
Para juntar a isto, tem uma banda sonora que me agrada bastante. Preciso de dizer mais alguma coisa?

Scandal

Nome original: Scandal
Nome em Portugal: Scandal
País: EUA
Em exibição: 2012 - presente
Temporadas: 3 (4ª temporada: 26 de Setembro de 2014)
Género: Drama, suspense
Acho que Scandal é aquela série em que meio mundo odeia e o outro adora. A causadora de tudo? Olivia Pope (Karry Washington). Eu faço parte do meio mundo que adora.
A série gira à volta de Olivia, que é assistente do Presidente dos Estados Unidos da América, Fitgerald Grant (Tony Goldwyn). Para além disso, é também advogada e a sua empresa gere os casos mais graves das pessoas mais importantes dos States. E é apaixonada pelo Fitz. Ou será que não?
Esta é a série em que a história mais se altera conforme as temporadas. Na temporada 3 tudo estava diferente do que era na temporada 1, o que me agrada muito. A história vai ganhando personagens e vai dando reviravoltas impressionantes e está sempre cheia de surpresas. Quando achámos que não vai acontecer nada de empolgante... acontece! O que não muda é o amor que Olivia sente por Fitz.
Apesar de todos os personagens terem aspecto de quem saiu de um catálogo (tenho uma inveja enorme do guarda-roupa da Olivia Pope!) e de muitas frases feitas (a equipa de advogados da Olivia Pope auto-intitula-se de "Gladiadores em fatos"), é uma série que me deixa sempre presa ao ecrã no final de cada episódio.
É uma série muito empolgante e adoro o desempenho de Kerry Washington que deu o grande salto da sua carreira com esta série.
Se virem, acho que não se vão arrepender!

The Walking Dead (Os Mortos-Vivos)

Nome original: The Walking Dead
Nome em Portugal: Os Mortos-Vivos
País: EUA
Em exibição: 2010 - presente
Temporadas: 4 (5ª temporada: 13 de Outubro de 2014)
Género: Drama, suspense
Esta era a série que me tentavam impingir para ver porque era espectacularmente boa e que estava por todo o lado, toda a gente dizia que era o máximo. Tentei ver 20 minutos do primeiro episódio e esqueci-me dela porque achei que ver mortos-vivos que faziam grunhidos estranhos e que têm ar de que estão permanentemente bêbados não fazia o meu género. Continuo a achar mas recentemente comecei a ver a série e vi mais do que vinte minutos, à procura do que toda a gente parecia encontrar menos eu: o espectacular da série. E encontrei!
Apesar de os mortos-vivos serem a coisa mais palerma e estúpida de sempre a série consegue envolver o espectador, consegue mesmo colá-lo ao ecrã. Pelo menos a mim, que já estou ansiosa que chegue a 5ª temporada!
A história acaba por ser um cruzamento de vários caminhos, de várias pessoas, de todos os sítios e crenças diferentes mas a história é fundamentalmente sobre Rick Grimes (Andrew Lincoln) e com o desenvolvimento da série, é também atribuído um papel de destaque ao seu filho, Carl Grimes (Chandler Riggs), Por vezes, tenho de admitir que a história parece-me demasiadamente centrada em Rick, mas é só um apontamento porque apesar de adorar o Rick, às vezes tenho as minhas dúvidas relativamente às atitudes que tem.
O que mais me agrada nesta série de mortos-vivos não são os próprios dos mortos-vivos. Há três características muito importantes que me fazem gostar muito da série. A caracterização é absolutamente fabulosa e realista. Os personagens têm oportunidade de se desenvolver e envolver com o espectador, temos a oportunidade de conhecer as suas histórias posteriores à catástrofes devido a flashbacks, por exemplo; é uma parte da série que me agrada mesmo muito porque não os conhecemos apenas agora que têm de enfrentar e fazer coisas que ultrapassam os seus valores, conhecemos também, ainda que de forma mais reduzida, como eram antes de tudo acontecer. E por fim, gosto muito do tal cruzamento de histórias e caminhos do qual já falei, acho que é muito interessante a história não se resumir só a um, dois ou três protagonistas, apesar de a história ser algumas vezes centrada de forma demasiada em Rick.
E no caso de algum dia acontecer uma catástrofe com mortos-vivos já temos uma ideia de como funcionam! Não acham fantástico?!

The Last Ship

Nome original: The Last Ship
Nome em Portugal: The Last Ship
País: EUA
Em exibição: 2014 - presente
Temporadas: 1 (pelo que já li, a 2ª temporada será lançada por volta de Junho de 2015, uma vez que esta é uma série de verão)
Género: Acção, drama, suspense, ficção científica
Nunca tinha ouvido falar desta série por isto quanto a expectativas tinha uma tábua rasa. É uma série recente e comecei a ver depois de acabar The Walking Dead e enquanto não sai a temporada 5. A história pareceu-me interessante.
A cargo do navio Nathan James está uma missão tão secreta e importante que nem o capitão, Tom Chandler (Eric Dane), consegue imaginar. Essa missão está a cargo da doutora Rachel Scott (Rhona Mitra) e Quincy (Sam Spruell) que têm de ir ao Árctico recolher amostras para que possa ser criada uma vacina que será a cura de uma doença que está a dizimar a população mundial à velocidade da luz e parece ser impossível de derrotar, tamanha a sua força e a forma tão fácil como se adquire. Toda a tripulação do navio militar Nathan James está às escuras sobre essa operação, julgando que estão a fazer um treino militar e proibidos de contactar as suas famílias. Até que aparecem os russos, que estão a par da missão de Rachel e que querem que esta vá para o seu navio para que seja em território russo que seja produzida a vacina que vai salvar o mundo.
Não sei se foi por estar sem nenhumas expectativas relativamente à série ou não, mas a verdade é que adorei a primeira temporada e estou ansiosa que saía a segunda (mas tenho muito que esperar!). As personagens cumprem o que devem, o drama não é forçado (há situações que são mesmo tristes e nos dão um aperto no coração) e tenho de destacar a forma como Eric Dane interpreta a sua personagem de capitão, fá-lo de forma soberba, tem uma capacidade inata de ser líder. Também me agrada muito o facto de não haver um romance cliché ou forçado, como era de esperar no final do primeiro episódio (ou foi só impressão minha?). Mais para o final da temporada surge a personagem cómica (mas não unicamente cómica) da série: o Tex (John Pyper-Ferguson).
O único problema da série é mesmo o facto de ter de esperar imenso tempo pela segunda temporada. Estou realmente curiosa para ver o rumo que a série vai tomar, tendo em conta que o final é um final que nos deixa de respiração suspensa, pelo menos eu fiquei!

E com as séries todas interrompidas neste momento (Scandal está quase, quase, quase a chegar!), tenho de ocupar esse vazio no meu coração. Estou decidida a retomar o meu visionamento de Lost. Vi a primeira e cerca de metade da segunda temporada, se não estou em erro, e comecei a achar que era uma série monótona e entrei numa época de testes e algum trabalho para fazer. Depois acabei por optar por outras séries em detrimento dessa, mas tenho alguma curiosidade em saber o que aconteceu com as personagens porque gostava daquilo (o que vi foi praticamente a devorar!). Vou procurar o episódio em que deixei e reatar, um dia destes. Depois dou-vos novidades!

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Bones



À coisa de 3/4 anos quando chegava a casa e logo depois de almoçar, sentava-me na cama, ligava a TV na RTP2 e via Bones sempre que o meu horário escolar me permitisse. Depois deixei de ver, ou então deixou de ser transmitida, ou passou a ser transmitida noutro horário. Sinceramente já não sei! Mas foi com imensa pena minha porque sempre fui fã deste género de séries e adorava esta. Hoje quando andava à procura de uma série nova para ver encontrei esta e fiquei a pensar se valia a pena ou não vê-la. Se a vou achar tão boa como achava na altura não sei, mas sei que deu aquela nostalgia e saudade de ver, porque passei muitas horas à frente da televisão por causa dela, isso deu. E acho que vai valer a pena!